Juízes da vida

Quem nunca julgou alguém sem sequer ter trocado uma palavra com a pessoa que atire a primeira pedra! Sim! Todos nós já fizemos isso, e continuamos fazendo o tempo todo. A aparência é o primeiro julgamento, especialmente para as mulheres, depois julgamos tudo, o modo de falar, de se portar em determinadas situações, o sotaque, o bairro onde mora, os amigos e a família, o carro, o sapato, as ideias, o discernimento e a inteligência. A vida é um grande julgamento em que nós nos consideramos os juízes do mundo, com direito a punição e tudo. Alguém lhe deu o direito de julgar o próximo sem sequer tê-lo ouvido, mas ninguém deu o direito ao próximo de te julgar sem que você possa contar tudo e mais um pouco. É tão fácil apontar o dedo como se fosse uma espada justiceira, e ao mesmo tempo é tão difícil assumir os próprios defeitos. Quem dera as pessoas fossem tão compreensivas quanto dizem que são, sem pré-conceitos e sem a petulância da arrogância que vem de berço. Todos nós somos juízes da vida e assim seremos até o fim dos tempos.

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