Aqui dentro

A vida é tão inconstante quanto as coisas que sentimos. As pessoas nos magoam sem perceber, no menor ato elas nos chateiam, nos dizem coisas que não esperávamos, nos fazem mal, muito mal. Ninguém se dá conta de que cada um tem sua maneira de lidar com sentimentos, ou com a falta deles. Tem gente que é muito emocional, tem gente que é 100% racional, tem gente que é direta, sem rodeios, e sendo assim ela acabam machucando demais quem é mais sensível, menos acostumado com esse tipo de investida tão direta, mas tem também aqueles que demoram tanto que a oportunidade passa. E não volta.

As pessoas não pensam nas consequências de seus atos, no que pode vir depois, elas simplesmente fazem aquilo que vêm à cabeça, sem sequer considerar uma segunda opinião, ou mesmo pensar duas vezes antes de agir. Mas afinal de contas, quando é o momento certo de agir? Como saber a diferença entre o melhor momento e o pior deles? Quando saber qual o limite de tentativas? São muitas dúvidas, muitas, mas que ninguém pode ter certeza. A única certeza que temos é o que passa aqui dentro, do nosso peito, da nossa mente, e isso ninguém pode mudar, nem sequer tentar. Aqui dentro é tudo meu. Será que isso é bom? A solidão pode ser uma arma apontada para a própria cabeça, mas estar só não significa estar infeliz, claro que depende muito do que se quer, do momento em que estamos passando. Só sei que pra mim, quase nunca é bom estar sozinho, mas a vida segue, ela precisa seguir.

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