O preço da alimentação

Trabalho no Jardim Europa, um dos bairros mais caros de São Paulo, perto dali, o bairro mais “acessível” para almoçar é o Itaim Bibi, nem tão acessível assim. Como existem muitas empresas na região, há também muitas opções de restaurantes, dos mais caros aos famosos PFs. Eu mesmo já tive a oportunidade de comer em um dos mais caros e talvez no mais barato do bairro.

Durante a semana procuro almoçar em PF, porque lá no Itaim eles custam de 10 a 20 reais. É o que meu ticket pode pagar. Sem bebida, é claro. Mas o que realmente me espanta é o fato de o mesmo prato custar por volta de cinco vezes mais, apenas por causa do nome do lugar. E da limpeza, do serviço, dos talheres… Bom, a gente acaba pagando não só pela comida e pelo nome.

A questão é: Até quando isso é saudável para o bolso? No meu caso, seria impossível gastar trinta reais por dia no almoço, e olha que eu não costumo economizar quando o assunto é comida. Hoje mesmo eu almocei em um PF chamado Muléquinhos. Isso mesmo, com acento no É! Gastei 20 reis e comi um boi a parmegiana, com arroz, fritas e feijão. Obviamente não deixei nem uma migalha, mas será que seria melhor ter comido um filé a parmegiana de tamanho normal gastando pelo menos 10 reais a mais só por causa do lugar?

Eu não tenho frescura pra comer, vou em qualquer canto, mas confesso que de vez em quando dá vontade de ir em um restaurante um pouco mais legal, e não faltam opções.

BM

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