Senna – O filme* EDITADO

Na sexta-feira passada(12/11/2010) estreou o filme Senna, que na verdade é um documentário sobre a carreira e vida do tricampeão mundial de Formula 1 Ayrton Senna. O filme foi lançado como comemoração aos 50 anos que Ayrton completaria esse ano.

Ainda não tive a oportunidade de ver o filme, mas com certeza o farei ainda nesse feriado. Além de o Ayrton ser meu maior ídolo, sou apaixonado por Formula 1, e não perderia essa por nada. Ouvi dizer que o filme explora a grande rivalidade entre Senna e Prost, umas das maiores, se não a maior, dupla de pilotos de todos os tempos. Para quem não sabe, eles dividiram o box da equipe McLaren por dois anos, 1988 e 1989, no primeiro ano tudo correu bem, apesar de pequenas desavenças, mas em 89 o bicho pegou entre os dois, principalmente na última etapa do campeonato, quando Prost bateu em Senna para conquistar o campeonato, porém Senna voltou para a corrida e venceu a corrida e o campeonato, porém, o então detentor dos direitos da Formula 1, Jean Marie Balestre, que era francês, tirou o título de Senna alegando que ele havia cortado a chicane para voltar a pista. Tal atitude revoltou Senna, que chegou a pensar em abandonar a Formula 1. A partir daí criou-se uma rivalidade sem igual entre ambos.

Enfim, não vou contar a história toda aqui, até porque eu não teria palavras suficientes para isso, só espero que o filme seja tão bom quanto Ayrton era nas pistas, e mesmo que não seja, só de rever o nosso eterno campeão será suficiente. Viva Ayrton Senna do Brasil!

———————– Edição pós filme ————————

O filme do Senna é sensacional, arrepia em vários momentos, faz chorar em outras, coloca um sorriso no nosso rosto praticamente o tempo todo, nos faz sentir saudades, muita saudade, mas também faltaram momentos importantíssimos da vida e carreira do Ayrton.

Conversando com meus irmãos, que também entendem muito sobre o assunto, em poucos minutos lembramos de pelo menos uma dúzia de fatos que deveriam estar ali, por exemplo, o nome de Nigel Mansell não foi citado, nem o de Gerhard Berger, não mostraram o épico GP de Donington Park de 1993, nem o GP de Mônaco de 1992. Além disso, o Instituto Ayrton Senna passou tão rápido quanto um Formula 1, deveriam dar mais importância para isso.

De qualquer maneira, a vida e a carreira de Senna jamais caberiam em um filme, pois o tempo é curto, quem sabe em uma trilogia. Para os que gostariam de saber um pouco mais, recomendo o livro escrito por Ernesto Rodrigues, Ayrton – o herói revelado. Esse sim, bem mais completo.

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